sábado, 20 de julho de 2019

PROSA NA VARANDA | Lançamento será em 17 de agosto

O Prosa na Varanda é um projeto do Grêmio Literário Patrulhense editado a cada dois anos. Ele é composto de contos e crônicas. A 5ª edição será lançada no dia 17 de agosto, às 15h45, na Feira do Livro de Santo Antônio da Patrulha, a qual ocorre junto à FENACAN, ao feirão da ACISAP e à Moenda da Canção, no Parque Caetano Tedesco. Isso mesmo: tudo junto, de 14 a 18 de agosto.

Nesta edição, coloquei dois contos: "Quase uma visita" e "A eterna visita". O primeiro, escrevi em 2014; o segundo, em 2018. Este é continuação daquele.

Ainda sobre o Prosa, vale ressaltar que, este ano, ele conta com 28 escritores, número recorde de participantes. Todos são da "terrinha" ou têm vínculo com ela, o que é um dos objetivos da publicação. Legal frisar, também, que vários destes autores participam da obra pela primeira vez.

Em 2019, coube à comissão formada por mim, Rosalva Rocha, Sandreli Bandeira, Mário Antônio Barcelos e Walter Pütten encabeçar a realização da obra. Estamos todos muito ansiosos pelo lançamento, eis que nos empenhamos muito. Desde já, agradecemos aos demais escritores integrantes da obra, os quais acreditaram no potencial dela e decidiram mostrar seus talentos nas letras.

Sendo assim, programe-se e prestigie a narrativa literária patrulhense!

Ah, quanto vai custar? Baratinho: R$ 20,00.

Confira aqui o vídeo de divulgação da obra.


domingo, 5 de maio de 2019

GLP | Oficina de minicontos em Santo Antônio da Patrulha

O sábado (4) foi de oficina literária para os amantes da escrita em Santo Antônio da Patrulha.

Com organização do Grêmio Literário Patrulhense (GLP), o escritor e editor Marcelo Spalding falou aos presentes sobre como fazer boas narrativas, em especial, minicontos, tipo de texto que, a cada dia, ganha mais força na literatura.

Os momentos foram muito proveitosos. Pessoas não ligadas ao GLP também participaram da oficina, mostrando que a busca pela boa escrita está em diversas áreas. 

sexta-feira, 3 de maio de 2019

PROSA NA VARANDA | Últimas semanas para participar da 5ª edição

Na noite de 2 de maio, a comissão organizadora do livro Prosa na Varanda 5 reuniu-se novamente, a fim de dar seguimento ao projeto. Os textos dos interessados serão recebidos até o dia 24 de maio. Podem integrar a obra contos ou crônicas. Qualquer pessoa pode ingressar no projeto, não sendo vinculado, necessariamente, ao Grêmio Literário Patrulhense.

A obra é colaborativa, ou seja, o valor será dividido entre os autores de acordo com o número de páginas escritas por cada um. Os textos podem ser enviados para prosanavaranda@gmail.com.



sexta-feira, 19 de abril de 2019

terça-feira, 9 de abril de 2019

domingo, 31 de março de 2019

POEMAS | Saída

Convidado a sair:
forma polida.

Escorraçado delicadamente:
maneira melhor.

Despedido de tudo.
Sentimento de inutilidade.

Recomeço à vista.
Forças renovadas.

Passado morto...

Resultado de imagem para despedida

domingo, 24 de março de 2019

POEMAS | Barreiras

Eu ||| não ||| sei ||| o que se passa ||| por aqui.
Como ||| se ||| passa ||| por aqui||| ?
Isso ||| é ||| o mundo.
A vida ||| é ||| o mundo:
||| obstáculos |||.


domingo, 17 de março de 2019

PROSA NA VARANDA | Abertas as inscrições para a 5ª edição

O Grêmio Literário Patrulhense – GLP, por meio de comissão formada por Rosalva Rocha, Márnei Consul, Mário Antônio Barcelos, Sandreli Bandeira e Walter Pütten, já está recebendo inscrições de contos e crônicas para o livro Prosa na Varanda 5.

A obra – que é editada a cada dois anos – é colaborativa, ou seja, o custo dela é dividido entre os participantes.

Os interessados podem procurar os integrantes do GLP ou mandar e-mail para prosanavaranda@gmail.com (já com os textos) até 24 de maio de 2019. O lançamento do livro será em agosto, durante a Feira do Livro.

Inspire-se e participe!

Comissão reuniu-se no dia 14 para definir as diretrizes da obra

quinta-feira, 7 de março de 2019

domingo, 3 de março de 2019

CONTOS | Minutos de clarão

Chuva depressiva. Casa perigosa. Andréia estava só. Já tinha se emboletado, mas não conseguia dormir. Lá fora, o mundo caía. Dentro, também. Andréia não suportava mais seus empregos. Tampouco o marido e a família. Muito menos, ela mesma.

Ela não sabia no que pensava. Não conseguia pensar. Quando pensava, eram relances, coisas esparsas, loucuras. Os trovões e raios do temporal simbolizavam bem a mente de Andréia. Flashes, sustos, minutos de clarão.

Não fazia muito, a mulher tinha abandonado a terapia. Com a morte dos pais e as desculpas do marido sobre traição, o surto havia aumentado. Ela não sabia se vivia na realidade. Sentia que não fazia falta. Era um estorvo. Faltavam-lhe razão e ilusão.

Foi até a cozinha. Fez um chá. Tomou-o com mais duas boletas. Sentou-se na sala. Começou a fazer planos:

“Enlouqueci? Sim. Perdi a vida? Não. Próximo passo traçado então”.

Calçou os tênis, tirou os óculos, saiu. Queria sumir. Por um tempo. Para sempre. Tanto fazia. O importante era iniciar.

(...)

O marido procurou Andréia. A família também. Dias depois, foi encontrada num terreno baldio, atrás de uma escola. Na página policial, apenas um bilhete foi achado em um dos bolsos: “Meu diário ficou na gaveta”.