Sandra Veroneze, da Pragmatha Editora, fez uma entrevista comigo sobre o livro Guia de regras de língua portuguesa para escritores. Nela, eu falo sobre o fato de as pessoas acharem nosso idioma difícil, como pode ocorrer a correção de textos literários, dentre outros assuntos. Confira clicando aqui.
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
domingo, 16 de agosto de 2020
LÍNGUA PORTUGUESA | Mais um filho a caminho!
Sim, em parceria com a Editora Pragmatha, mais um filho está a caminho, no caso, outro livro. Agora, o foco é a língua portuguesa, mais precisamente, um guia de regra para escritores.
Para conferir tudo sobre a obra, basta clicar aqui.
Em breve, divulgarei uma entrevista que a Sandra Veroneze, da Pragmatha, fez comigo sobre o livro.
sexta-feira, 1 de maio de 2020
OPINIÃO | Enfim, a valorização da EaD!
Veio a pandemia, e fomos obrigados a praticar o
distanciamento social. Com isso, todas as áreas foram afetadas, mas, talvez, a
que mais soube lidar com isso foi a educação. O ensino a distância tornou-se o
único meio de dar continuidade às práticas escolares/acadêmicas.
Certamente, você já ouviu alguma posição contrária à
educação a distância. Algo do tipo: “EaD não presta, quero aula com o professor
na minha frente”. Muito preconceito existiu acerca de tal modalidade de ensino.
Boa parte disso se deve ao fato de que as pessoas não são (ou não querem ser)
autônomas em seus processos de aprendizagem. Depositam isso em outra pessoa (o
professor), que tem a missão de, presencialmente, fazer com que aprendam algo.
Finalmente, em 2020, vimos que não é bem assim.
Minha experiência com a EaD começou na UNISINOS, em minha
graduação em Letras, em 2000 e “alguma coisa”. Havia o AVA – Ambiente Virtual
de Aprendizagem. Lembro que, quando isso surgiu, eu logo me matriculei nas
disciplinas que seriam ofertadas a distância. Confesso que, de início, minha
intenção era baixar o gasto com transporte: quanto mais disciplinas a
distância, menos passagens para ir à universidade. Porém o fato é curti a
modalidade. Para mim, é muito tranquilo estudar de casa, fazer meus horários, doutrinar-me
para isso. Depois da graduação, fiz pós-graduações a distância e atuei como
tutor em cursos também a distância. Ou seja, são anos atuando como aluno, tutor
ou professor em EaD. Além disso, eu criei dois blogs (um para Inglês e outro
para Literatura) para usar com meus alunos, quando eu ainda estava na educação
estadual, em tempos em que as ferramentas do Google for Education não existiam.
Com base nessa vivência, penso que há a necessidade de as
pessoas perceberem que a educação a distância não é tão a distância assim. Nos
cursos dessa forma, há a presença de tutores a distância (normalmente,
responsáveis pelos conteúdos) e tutores presenciais (que são os que, de fato,
mantém contato, digamos, mais próximo com os alunos, os quais, portanto, não ficam
desamparados).
Em 2020, o Brasil precisou usar a EaD de forma quase que
massiva. Ela saiu dos bancos universitários e passou aos escolares, pois os
professores precisaram oferecer conteúdos e práticas aos discentes, a fim de
que a educação não parasse. Claro, ficou pesado para os docentes, pois eles
viraram You Tubers, necessitaram aprender a usar certas tecnologias, para que
suas aulas continuassem a ocorrer. Todavia isso é ruim? Evoluir nas ferramentas
educacionais? Penso que não. É difícil adaptar-se a isso? Sim, é, mas é,
também, necessário, pois a figura de um ser escrevendo num quadro, “empurrando”
conhecimentos, não deve mais ser a ideal. Não estou dizendo que tal prática
seja abolida, mas sim que seja complementada com outras mais, como é o caso das
ferramentas da educação a distância.
O ano de 2020 mostrou-nos que a EaD veio para ficar. Mostrou
que, se o sistema educacional não investir em tal modalidade, estaremos fadados
a perpetuar um modelo de séculos atrás. Precisamos evoluir, precisamos educar
melhor, precisamos não depender tanto de atividades presenciais. Que o momento
atual sirva de aprendizado a todos, alunos e professores, e que o preconceito
acerca da EaD seja superado.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
RIVAIS | De graça!
Antes tarde, do que nunca!
Prometi para 2019, não consegui
cumprir. Mas 2020 chegou e, com ele, veio também o livro “Rivais”. E o melhor:
totalmente gratuito, é só baixar. Aproveitem!
A propósito: quem são os/as rivais de vocês?
Clique aqui para baixar a obra.
Sinopse:
Davi e sua mãe, Isabela, têm uma vida conturbada devido a
uma doença incurável e a problemas inevitáveis de relacionamentos. Embora
sempre tentem recomeçar e ter uma vida tranquila, fantasmas do passado não
permitem tais ações. Além disso, a ocorrência de uma morte desencadeia surtos
terríveis. Às vezes, somos rivais de nós mesmos...
quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
Sobre 2019 + 2020 + família
Neste dezembro que se foi, optei por não escrever retrospectiva
como eu costumava fazer a cada ano. Não quis revelar intenções, resoluções,
planos, tecer promessas... Isso porque, num piscar de olhos, tudo vai por água
abaixo, ainda mais quando se tem uma morte na família. O textinho abaixo é bem
simplório, foi colocado nas redes sociais. Simplório, porém ressalta o que mais
importa: a família.
2019 não foi um ano bom para mim em vários setores, em
especial, no familiar, pois houve o falecimento de meu querido pai, Darci, no
mês de novembro.
No entanto, a vida segue, e espero poder conduzi-la de forma
satisfatória em 2020, a fim de que as coisas boas se destaquem perante as
ruins. É preciso haver positividade. É preciso ser feliz.
Bom ano novo a todos, principalmente ao meu núcleo familiar,
minha mãe, Leda, e minha irmã, Márcia. Que possamos, agora como trio, encarar e
vencer os desafios.
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
CRÍTICA | Divagando com Sissi e Sinara Foss
No final deste semestre, na disciplina "Literatura de Autoria Feminina", que integra a grade curricular da minha nova pós-graduação (Língua, Literatura e Ensino: Teoria e Prática, da FURG), fomos instigados a escrever um artigo sobre alguma autora. Claro que escolhi uma conterrânea: Sinara Foss. O foco da análise foi a coleção "Em busca de um mundo melhor", que conta as divagações e aventuras da cachorrinha Sissi. Confiram:
Mais do
que encontro, literatura é a palavra artisticamente empregada. E isso a
escritora gaúcha Sinara Foss faz com maestria. Conheço Sinara pessoalmente há,
pelo menos, dez anos. No entanto, tive contato com suas obras antes disso. De
seus escritos, os que mais me chamam a atenção são os cinco volumes da coleção
“Em busca de um mundo melhor”, sobre os quais passo a discorrer.
Sinara
Foss nasceu no interior de Santo Antônio da Patrulha, na localidade de
Taquaral, em 1969. Escreve desde criança. Em 1996, lançou seu primeiro livro,
“Memórias de um cachorro velho”. Por gostar muito de animais, além de
vegetariana, ajuda a ONG Animal Shelter, sendo uma das fundadoras da mesma, em
2013. Sua paixão por animais, por certo, influencia sua produção literária que,
por vezes, pode se confundir com literatura infantil apenas, mas não o é.
Em
2010, é lançado o livro “Divagações de Sissi”. A obra conta a história da
cachorrinha Sissi e sua turma de cães e gatos que estão juntos em uma aventura
que mescla diversão, crítica e um profundo respeito à vida. O primeiro livro da
coleção “Em busca de um mundo melhor” tem como um dos objetivos o
entretenimento, na medida em que foi escrita com uma linguagem descontraída,
que agrada tanto adultos como adolescentes e, inclusive, crianças. Outra
pilastra da obra é a promoção de consciência quanto à importância de se cuidar
bem dos animais e do meio ambiente. O livro é escrito em primeira pessoa pela
personagem Sissi, ou seja, há a personificação da cachorrinha. É um romance misturado
com fábula. Vejamos um trecho:
As pessoas, ao julgarem os animais inferiores e que a única
serventia é para serem comidos, usados em pesquisas ou usados como roupas, com
seus couros e peles, estão fazendo como os nazistas, que tanto mal fizeram e
que ainda hoje envergonham a humanidade por esse crime tão hediondo! Vocês
sabem o que é hediondo? É algo grande, grande demais! (p. 56).
Como se
nota, há referência a fato histórico que não é de conhecimento de tenra idade,
o que mostra a possibilidade de leitura da obra pelo público adolescente e
adulto.
A
coleção continua com “Sissi e sua turma no futuro” (2011). A turma, agora,
viaja para o futuro e depara-se com um mundo muito diferente. Neste novo
romance, Foss levanta um tema importante e urgente: a preservação do meio
ambiente e das espécies animais e vegetais. O livro deixa um questionamento
grande ao leitor: que mundo estamos deixando para as futuras gerações?
No
mesmo ano (2011), surge “As divagações continuam”. Nele, a narradora Sissi
conta episódios divertidos de cães e gatos que conhecemos nos livros anteriores
da série, ou seja, o tom é mais ameno. Todavia Sissi também fala sério e
desabafa sobre assuntos importantes que a preocupam, como o abandono de animais
e os maus tratos que eles sofrem todos os dias, daí a importância da posse
responsável e da castração dos animais de estimação.
“Sissi
na África” veio em 2012. A simpática turma desembarca na África, mais
precisamente, em Kibera, a maior favela do mundo. O livro apresenta uma abordagem
um pouco diferente dos anteriores, mas a mensagem é a mesma: que devemos nos
colocar no lugar do próximo, seja ele de que raça, sexo, ou espécie for.
Por
fim, anos depois, em 2016, Foss escreve o livro que mais me tocou: “O
entardecer de Sissi”. Ela teve uma vida longa e rica; alegrou a família com
quem viveu, os amigos que a conheceram pessoalmente ou apenas de longe, os
leitores que foram tocados por sua história. Entretanto, chegou o momento de
sua morte, tanto nos livros, como na vida real. Sim, os personagens
personificados de Sinara Foss, de fato, existem ou existiram: Trata-se de seus
bichinhos de estimação. O fim de Sissi é ilustrado por este trecho:
“Eu paro a luta por aqui, amigos. Não pensem com isso que
desisti. Não. Não cansei de lutar. Se tivesse saúde, eu permaneceria aqui com
vocês por muito mais tempo. Mas nosso corpo, diferente de nosso espírito, não é
eterno. Minha hora está chegando, eu sei, eu sinto. Logo, muito em breve,
sairei da vida e entrarei para a história” (p. 94).
O livro
tocou-me não só como leitor, mas também como educador, eis que tive o prazer de
abordá-lo em sala de aula quando trabalhei questões ambientais com meus alunos
durante o já “extinto” Ensino Médio Politécnico, no Rio Grande do Sul. Perceber
que se consegue fazer com que discentes leiam prazerosamente é algo fantástico,
pois damos novo sentido à disciplina de Literatura na escola, não sendo a mesma
apenas para períodos literários e classificações.
Além de
ser uma voz feminina na literatura, Sinara Foss é uma voz pelos animais e pela
educação ambiental, temas tão negligenciados no Brasil atual. Ela é
representativa, e espero que seja mais ainda a partir de suas obras e de seu
site (http://www.artistasgauchos.com.br/sinarafoss). Ler Foss é ter um encontro
com a preocupação na vida futura. Literatura feminina, às vezes, é confundida
somente com história de amor, fragilidade e submissão. Não é o que ocorre aqui.
Feminina,
ambientalista, didática e significante: essas são minhas palavras para a
literatura de Foss.
Referências
FOSS, Sinara. Divagações de Sissi. Porto Alegre: Pragmatha,
2010.
___________. Sissi e sua turma no futuro. Porto Alegre:
Evangraf, 2011.
___________. As divagações continuam. Porto Alegre:
Evangraf, 2011.
___________. Sissi na África. Porto Alegre: Evangraf, 2012.
___________. O entardecer de Sissi. Porto Alegre: Pragmatha,
2016.
sábado, 26 de outubro de 2019
LEMBRANÇAS | Contos
E lá se vão 10 anos que comecei a escrever e publicar tais
escritos. As primeiras duas obras, bem pequenas por sinal, foram de contos:
"Graças às desgraças", em 2009, e "Do começo", em 2010.
Minha editora, Sandra Veroneze, escreveu sobre o primeiro
livro: “Após dedicar-se vários anos à produção de contos e poemas,
publicando-os em meio eletrônico, chega às prateleiras seu primeiro livro:
Graças às desgraças. Editada pela Pragmatha, de Porto Alegre, a obra está sendo
lançada de forma independente e reúne 14 contos que retratam de maneira
engraçada pequenas desgraças do cotidiano. Tratam de expectativas, frustrações,
desgraças e ironias humanas, demonstrando a multiplicidade de motivações, leituras
de realidade e possibilidade de respostas às pequenas desgraças do dia a dia. O
tempero se dá pela maneira objetiva como sentimentos nada nobres são
evidenciados”.
Veroneze também escreveu sobre a segunda obra: “Do começo é
uma coletânea de contos inspirados no cotidiano, dividida em duas partes. Na
primeira (O amor) o autor apresenta estórias de amor não necessariamente
felizes e, às vezes, inacabadas. Por isso, o título do livro. Na segunda parte
do livro (A desgraça), o autor volta ao tema de sua primeira obra (Graças às
Desgraças) com doses de bom humor. Os contos de Márnei contam com um ritmo
fluido, gostoso de apreciar. A multiplicidade de personagens e sua riqueza
psíquica tornam cada texto uma leitura única, deixando o leitor satisfeito com
os desfechos, mas ávidos por novas estórias”.
Bons tempos os em que eu sonhava em viver de literatura...
Que bom que a gente amadurece e percebe que a vida não é fácil... Hehehe...
Escrever, para mim, tornou-se um hobby. Entretanto, é muito prazeroso.
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
LEMBRANÇAS | O fim era inevitável
Continuando as postagens da aba "Lembranças", é hora de encerrar a história das rivais. Eu peguei o gosto pela coisa. A palavra "rivais" estava muito presente em meus escritos, e a criatividade estava a mil. Então, em 2017, nasceu "O inevitável fim das rivais" (editora Pragmatha).
Isabela e Davi, agora, estão numa cidade pequena, onde tentam recomeçar suas vidas. Ele está crescido, independente e precisa lidar com a doença da mãe, sendo responsável por seus cuidados. Obviamente, as coisas não são fáceis para ambos, como pensavam que seriam por estarem no interior. Ocorrem mais devaneios, dificuldades, romances confusos e uma morte.
Com relação à morte, claro, só se conhece a pessoa assassina no final. O leitor tem mais de um suspeito. Descobre-se, ainda, que o filho também tem uma doença. O final não é feliz e, certamente, poderia ser desdobrado em outra história/obra, mas decidi encerrar a série (sim, passei a chamar os livros de "Série Rivais", com três volumes: 2015, 2016 e 2017).
Mais uma vez, quis um ensaio fotográfico para ilustrar capa e contracapa. E o fotógrafo Édipo Mattos mudou de posição, ficando na frente da lente, a fim de encarnar o personagem Davi. Ficou excelente.
"Márnei, aparecem escada e tesoura no livro. É por causa da Nazaré Tedesco?" Sim, gente, a icônica personagem de Renata Sorrah na novela "Senhora do Destino" serviu de inspiração para algumas coisas. Deus sabe o quanto eu curto essa personagem e o quanto me divirto com as montagens envolvendo-a na internet.
É isso, povo. "A Série Rivais" constituiu, talvez, meu período de maior criatividade e desejo de escrever. Já prometi, há alguns meses, que faria uma versão completa, incluindo as três obras, com uma linha cronológica bem fácil. Isso está pronto e será disponibilizado na internet de graça em breve. Há nova diagramação, e o formato de e-book gratuito ajuda bastante, né? Portanto, aguardem.
sexta-feira, 27 de setembro de 2019
LEMBRANÇAS | O "estranho caso" virou "intrigante jogo"
Dando sequência à aba "Lembranças", é hora de falar sobre "O intrigante jogo das rivais", que é a continuação de "O estranho caso das rivais", como anunciei na postagem anterior.
No primeiro livro, temos devaneios/loucuras da personagem principal e, ao final, descobrimos que ela sofre de uma doença. No segundo, eu quis contar o passado disso, ou seja, mostrar o que havia acontecido com Isabela para que ela "surtasse" no fim. Isso quer dizer que o final das duas obras é o mesmo. Entretanto, no início e no miolo, temos traição, frustração, dificuldade financeira, preconceitos e - é claro - devaneios, os quais são mostrados, principalmente, pelo jogo criado pela personagem, no qual ela rasga cabeças de fotos, o que é intrigante (por isso, "O intrigante jogo das rivais"). Aqui, além das rivais mentais, temos rivais físicas presentes no passado de Isabela.
Decidi fazer capa e contracapa do livro a partir de um ensaio fotográfico. Minha amiga de longa data Larieti Assis topou encarnar a personagem, e o resultado ficou fantástico. Varias pessoas, ao citar a obra, dizem "O livro da Larieti", o que acho muito fofo.
A história não tem fim. Isabela e seu filho (Davi) continuam pujantes, com este tendo que lidar com os problemas daquela. Por isso, pensei num terceiro livro, o qual terá curiosidades contadas na próxima postagem.
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
LEMBRANÇAS | Como surgiu "O estranho caso das rivais"
"O estranho caso das rivais" nasceu em 2015 (pela editora Pragmatha), mas foi gestado em 2013 e 2014. Eu havia escrito vários contos nestes dois anos e tive a ideia louca de juntá-los e fazer um romance. Basicamente, os contos se tratam de devaneios da personagem principal, a qual, no final, tem sua doença decifrada pelo leitor.
O título era para ser somente "Rivais". No entanto, achei que mais palavras fossem necessárias. Pensei em "O caso das rivais". Mas aí, pareceria somente um romance (uma história de amor/ódio) entre duas pessoas. Então, pensei no filme "O curioso caso de Benjamin Button". Curti o adjetivo antes de "caso" e pus "estranho". Dessa forma, o leitor pensa: será que elas têm um caso? Será que estão brigando por um homem?
Na verdade, a palavra "rivais" tem a ver com as personalidades assumidas pela personagem principal. Ela entra em conflito consigo mesma. Algo mais ou menos parecido com o livro/filme "Psicose". Sou fã deste tipo de trama.
Não é um texto fácil para leitura devido ao vem-e-vai dos fatos/devaneios. Por isso, resolvi dar continuidade à história, explicando-a, fazendo o volume 2, o qual será objeto de outra postagem.
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