quarta-feira, 23 de outubro de 2013

GLP | Ele


Mais um texto meu no blog do Grêmio Literário Patrulhense, o Prosa na Varanda. Agora, trata-se de um poema. Vale a pena conferi-lo. Grato ao Felippe Essy, administrador do blog.

Eis o link:

terça-feira, 22 de outubro de 2013

PROSA NA VARANDA | Maurício Collar por Michele Fraga

O livro Prosa na Varanda contém crônicas de vários escritores patrulhenses, entre eles Maurício da Luz Collar, natural de Santo Antônio da Patrulha, formado em Letras, com habilitação em Português e Literatura da Língua Portuguesa, atualmente, é servidor público e possui treze crônicas publicadas neste livro.

Suas crônicas relatam acontecimentos do cotidiano, com os quais nos identificamos, isso tudo com um pouco de humor, realidade, opinião e conselhos, sobre alguns fatos do dia- a - dia, como na crônica “Facebook”, que diz para termos cuidado ao adicionar amigos e também com os comentários que fazemos na internet.

Entendo, a partir das crônicas, que devemos tomar cuidado com o que fazemos ou falamos no nosso cotidiano, para no futuro não termos problemas indesejados. Pois nem sempre o que pensamos ou fazemos é o certo. O escritor usa um tipo de linguagem mais “popular”, relata acontecimentos, de sua própria vida e até de seus amigos; assim, acabamos no identificando e refletindo sobre cada assunto.

Por fim, percebo que é importante, prestar atenção nos acontecimentos e refletir sobre eles para tomar a decisão correta e não se aprender para, no futuro, só relembrarmos o fato e percebermos o quanto fomos felizes.

Texto de minha aluna de Literatura, Michele Fraga, da turma 201 da Escola Gregória

PROSA NA VARANDA | Maurício Collar por Luana Rodrigues


Escolhi as crônicas de Maurício Collar por dois motivos em especial: primeiramente, porque são coisas do cotidiano escritas com uma linguagem bem despretensiosa, que faz com que o leitor de identifique como, por exemplo, o carro de picolé andando nas ruas de Santo Antônio (não importa se é Kitbom ou Picbom, a história é sempre a mesma: convencer o papai, a mamãe e a titia a pagar dois reais por 5 picolés feitos de Ki-suco) ou com o fato quase certo de passar mal após comer “alguma coisinha” no rodoviária de Porto Alegre. Isso sem se esquecer de enjoar no Unesul, claro.

O outro motivo foi porque tive um ataque de risos e, ao mesmo tempo, fiquei apreensiva ao ler a crônica “Usou só as miúdas”, pois fiquei imaginando se o autor realmente passou por aquela situação constrangedora e, então, me senti culpada por rir. A culpa passou, e eu continuei. Se o fato realmente aconteceu, coitado. Se não, parabéns pela imaginação fértil, porque ficou muito engraçado, e, convenhamos: é sempre bom rir dessas desgraças alheias, quando não há maldade envolvida.

Foi bem interessante ler as crônicas deste autor. É bom ler coisas novas e, como eu já havia lido textos de parte dos autores do livro Prosa na Varanda, preferi fazer o trabalho me guiando nas crônicas – imaginárias ou não – de alguém que eu não conhecia. E, também, porque é um autor patrulhense e é importante reconhecer o trabalho das pessoas talentosas de nossa terra.

Texto de minha aluna de Literatura Luana Rodrigues, da turma 201 da Escola Gregória de Mendonça

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

É UÓ! | Mais exemplares à venda na La Mancha

Gente, fiz mais exemplares de “É Uó!”. Estão na La Mancha Livraria, aqui em Santo Antônio da Patrulha. São os últimos. Portanto, se ainda não tem o seu, corra lá!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

GLP | Grêmio Literário Patrulhense participará da 1ª Feira do Livro do Caraá

O Grêmio Literário de Santo Antônio da Patrulha irá participar da 1ª Feira do Livro do Município de Caraá. Será no próximo sábado, 19, às 15h. O local será na Festcana, na Prefeitura de Caraá, no Ginásio de Esporte ao lado da mesma.

Os palestrantes serão Vera Maciel, que falará sobre a história do Grêmio Literário Patrulhense, Luiz Nicanor irá falar da pesquisa que fez sobre todos os escritores de Santo Antônio da Patrulha até os dias atuais, já Joelson Oliveira falará sobre suas experiências como escritor. Os integrantes do GLP falarão da participação no Grêmio, inclusive sobre suas publicações pessoais e participações no Poesia na Praça.

Após as falas acontecerá sessão de autógrafos com os escritores patrulhenses e suas obras individuais e coletivas. O livro Prosa na Varanda será re-lançado na oportunidade.

sábado, 12 de outubro de 2013

GLP | "Retorno ao vôlei" no blog do Grêmio Literário Patrulhense



Texto que escrevi sobre o retorno ao vôlei em Santo Antônio da Patrulha, agora, está no blog do Grêmio Literário Patrulhense, o Prosa na Varanda. Vale a pena conferir de novo. Grato ao Felippe Essy, administrador do blog.

Eis o link:

sábado, 5 de outubro de 2013

GERAL | Por que não um Outubro Azul?



Este mês costuma ser o Outubro Rosa, símbolo de prevenção ao câncer de mama nas mulheres. Mas por que não também o Outubro Azul? Sim, homens também têm tal tipo de câncer.

O câncer de mama é uma das principais causas de morte entre mulheres, contudo, são poucas as pessoas que possuem o conhecimento de que tal doença também pode aparecer nos homens. Estima-se que, dentre 100 mulheres que têm a doença, um homem a tenha também. Esse tumor é o desenvolvimento das células, as quais crescem rapidamente e substituem o tecido saudável. O câncer de mama é tratável, apesar de que o seu descobrimento no estágio inicial da doença é fundamental

Geralmente, este tipo de câncer é mais comum em homens de idade mais avançada, isto é, mais comum entre homens com idade entre 50 a 60 anos, e pela falta de conhecimento sobre a doença, o homem geralmente deixa de realizar o autoexame, que é de extrema importância para a detecção do câncer.

Alguns fatores podem favorecer o aparecimento da doença, como ter mãe ou irmão ou irmão com o câncer, histórico de exposição à radiação, fumar, fazer o uso excessivo de álcool e obesidade. Quanto aos sintomas, estes são os mesmos em relação às mulheres, sendo que o primeiro sinal do câncer de mama é o aparecimento de um pequeno nódulo no seio, o qual é na maioria dos casos indolor e que pode cresce de forma lenta ou rápida. Além disso, dentre outros sintomas, destacam-se: mudança do tamanho ou formato do peito; mudança de cor, enrugamentos, reentrâncias ou elevações da pele na região do peito; e um ou mais nódulos nas axilas.

Então, homem, aproveite a campanha do Outubro Rosa e faça deste mês seu Outubro Azul: analise-se melhor.

sábado, 21 de setembro de 2013

GERAL | A falsa polêmica dos advogados doutores (por Eduardo Jablonski)

Como não consigo me controlar, resolvi meter o meu texto em mais uma falsa polêmica. Há pouco tempo, o Grêmio Literário Patrulhense, por iniciativa do escritor Maurício Collar, publicou Prosa na Varanda, que, pelo que fiquei sabendo, deverá ser anual. Bem, numa das crônicas, o escritor e professor Márnei Consul, autor de cinco livros, escreveu um trecho que gerou críticas à sua pessoa: “Isso sem falar na arrogância de juízes e advogados, reles bacharéis, que se intitulam doutores (...)” (COLLAR, 2013, p. 73).

Pois é, qualquer um sabe que Márnei está com a razão. Todos os advogados, ou quase, autodenominam-se doutores, mas quase nenhum deles o é de fato. Ouvi falar de que havia uma lei do século XIX que daria o direito aos advogados de ser chamados dessa forma. Então, fui pesquisar na internet e descobri um texto do jurista, membro vitalício do Ministério Público da União, doutor em Direito Internacional e Integração Econômica pela Faculdade Estadual do Rio de Janeiro, mestre de Direito Público e Ciência Política pela Universidade Federal de Santa Catarina e bacharel em Direito, entre outros títulos. O senhor se chama Marco Antônio Ribeiro Tura. Ele disse que, segundo a lenda, Dona Maria, a Pia, teria baixado um alvará pelo qual os advogados portugueses (olha, apenas os portugueses, não os brasileiros) deveriam ser tratados como doutores nas Cortes Brasileiras (e somente nelas). Em 2000, o Senado Federal presenteou o doutor Marco Antônio (doutor de verdade) com as mídias digitais contendo os atos normativos desde a Colônia (mais de 500 anos de história normativa) e nada se encontra desse alvará. Portanto, ele nunca existiu. É apenas lenda. A Lei de 11 de agosto de 1827, responsável pela criação dos cursos de Direito no Brasil, em seu nono artigo, afirma que as pessoas que se formarem nos cursos jurídicos deverão ser chamadas de bacharéis. “Haverá também o grau de doutor, que será conferido àqueles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos”, comenta. Esses requisitos, hoje, significam quatro anos de graduação, dois de especialização, três de mestrado e seis de doutorado, mais ou menos.

Portanto, para se chamar de doutor, o advogado deve estudar em torno de 15 anos e, como o Márnei disse na sua crônica, quase 100% deles estudam quatro anos e exigem ser chamados de doutor. E os outros nove anos de estudo ficam onde? E isso não é arrogância?

Texto de Eduardo Jablonski, mestre em Letras pela UFRGS

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

GLP | De volta ao esporte

Acima, texto publicado na coluna semanal do Grêmio Literário Patrulhense na edição de ontem da Folha. O assunto: o retorno do vôlei (ou poderia ser também o retorno ao vôlei).

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

PROSA NA VARANDA | À venda comigo




O livro “Prosa na Varanda – Crônicas” reúne textos de oito escritores do Grêmio Literário Patrulhense que narram histórias vividas ou exageradas numa reunião de variedade literária. Além de mim, são também autores Felipe Essy, Sinara Foss, Luiz Nicanor, Nelson Osíris, Joelson Oliveria, Rosalva Rocha e Maurício Collar.

O exemplar custa apenas R$ 20,00, e você pode adquiri-lo enviando um e-mail para marneiconsul@hotmail.com. Os exemplares são limitados, então, peça já!