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domingo, 7 de dezembro de 2025

Retrospectiva literária 2025


Pois é, mais um ano se vai, e mais umas publicações foram feitas por aqui. Então, é hora de relembrá-las e saber como acessá-las ou comprá-las.

1) Gêneros Literários na Prática: E-book que lancei em março sobre, obviamente, os três gêneros da literatura (narrativa, lírico e dramático). É ideal para quem quer se arriscar na escrita, mas ainda não sabe distinguir um texto do outro. Ideal também para alunos de literatura. Compre-o aqui.

2) Estudo sobre o Conselho Municipal de Cultura: Publiquei meu trabalho de conclusão da pós-graduação Gestão Pública Municipal. O título é "Democracia e Participação em Santo Antônio da Patrulha: análise da efetividade do Conselho Municipal de Políticas Públicas de Cultura". Curiosamente, depois da publicação, o conselho em tela teve mudanças em sua lei. Leia o trabalho gratuitamente, clicando aqui.

3) Enquanto isso, em Santo Antônio... - Volume 2: Livro organizado pelo Grêmio Literário Patrulhense, entidade que presidi até maio. Contém poemas de autores do GLP e de integrantes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos da cidade. Obra social muito bacana, que pode ser ser lida e ouvida de graça, clicando-se aqui.

4) Desalmados: Terceiro livro de contos do coletivo de escritores Desautores, do qual faço parte. Obra sombria, misteriosa, sem piedade. Compre o e-book, clicando aqui e falando com Gilberto.

Fora as publicações oficiais, com ISBN, houve vários textos aqui no blog. Basta rolar a barra e lê-los.

É isso, gente. Haverá publicações em 2026?

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

ENSINO | Os desafios da docência frente às questões de gênero e sexualidade


Estou feliz! Mais um artigo meu foi publicado numa revista de cunho científico, a Ártemis. Contando com este, já são três agora.

O artigo recente Da inércia à possibilidade: os desafios da docência frente às questões de gênero e sexualidade trata-se de uma abordagem teórica sobre a temática da homossexualidade. Objetiva-se a construção de uma reflexão sobre o papel da escola na tratativa de questões atinentes aos estudos de gênero e sexualidade. Com isto, pretende-se aproximar os professores ao tema e, consequentemente, proporcionar outras reflexões com relação aos estudantes homossexuais. Discutir-se-á o conceito de homossexualidade, abordando questões como a da ultrapassada classificação do “homossexualismo”, termo que, desde sua etimologia, remete-se a doenças; aos determinismos científicos e à influência genética no comportamento humano; e o desafio docente e a tarefa contemporânea de lidar com a diversidade nos espaços escolares. Conclui-se que a escola é um dos importantes lugares para ensinar a viver com a diversidade, na diversidade e para a diversidade, embora isto ainda não seja uma realidade concreta.

Para acessá-lo ou baixá-lo, clique aqui.

domingo, 12 de julho de 2015

GERAL | A Mostra Literária na mídia

Uma semana depois do evento, é hora de fazer um apanhado do que saiu na mídia impressa sobre a 1ª Mostra Literária da Escola Gregória de Mendonça:




sábado, 20 de julho de 2013

ENSINO | Não é fácil!

Não é fácil ser professor. Tudo está contra o docente. Neste sentido, a Revista Educação fez uma excelente matéria sobre os motivos da desistência da carreira do magistério. Logicamente, é tudo verdade. A meu ver, a tendência é que essa evasão aumente cada vez mais. E sinceramente, acho bom!

Eis o link:

quarta-feira, 5 de junho de 2013

ENSINO | Os pareceres do Ensino Médio Politécnico

Chega a ser ridículo o fato de o professor ter de fazer pareceres individuais para os alunos do ensino médio. Isso é coisa de educação infantil. A diferença é que, nesta, o professor tem cerca de 20 alunos e apenas uma turma. No ensino médio, o professor possuiu várias turmas e, obviamente, o número de alunos é bem maior.

Não sei o que o governo do tio Tarso quer com pareceres, eles são uma incoerência. Por quê? Porque o Enem é baseado em notas, qualquer concurso público também, faculdades também, e assim por diante.

É um empurra-empurra frustrante dos docentes. Na educação infantil, não pode haver reprovação; no ensino médio, o caminho é o mesmo; o único que ainda tem algum sentido é o ensino fundamental. Até quando?

A imagem deste post ilustra ou professor (por ter escolhido ser) ou o grau de instrução do aluno de um ano ao outro, levando em conta o sistema estadual de avaliação.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

ENSINO | Entenda a paralisação por meio das palavras de um professor


Este texto é para você, leigo, que não entende a paralisação dos professores, ou que acha que todos são vagabundos por fazerem isso.

Em primeiro lugar, deve-se ressaltar que a classe nem direito à paralisação tem mais. Segundo o secretário de Educação José Clovis de Azevedo, os professores que aderiram à greve terão o ponto cortado e sofrerão desconto nos rendimentos. O mesmo “ser”, em entrevista ao programa Gaúcha Repórter, da Rádio Gaúcha, atribuiu nota 8 ao ensino no Estado, mas creditou nota 6 à estrutura e salário dos docentes. Reforçou que os salários da categoria no Rio Grande do Sul não ficam abaixo do fixado no piso nacional (R$ 1.567).

Vamos esmiuçar esses comentários infelizes do “ilustre” Secretário. Se levarmos em conta que alunos de educação infantil não podem ser reprovados e que os do médio (agora politécnico) ganham apenas três conceitos, é fato dar 8 à educação gaúcha, já que é quase impossível a reprovação. Agora, 6 para a estrutura das escolas – caindo aos pedaços – e ao salário dos docentes foi generoso demais. Se assim fosse, talvez, nem houvesse essa paralisação. Ademais, o piso nacional não é cumprido no Rio Grande do Sul, como explicarei melhor adiante.

Nossa paralisação – a que a imprensa chama de greve, como se fosse de um mês –começou na terça (23) e se estende até quinta-feira. Além do piso nacional, a luta é por melhores condições de trabalho e infraestrutura das escolas, como citei acima.

Em janeiro, o Ministério da Educação divulgou reajuste no piso nacional dos professores, fixando em R$ 1.567 o vencimento básico da categoria, para 40 horas-aula semanais. No Rio Grande do Sul, porém, o básico no contracheque do professor com essa carga horária é de R$ 977,02. Entenderam agora? Estamos falando do básico, não dos “pendurilhacos” agregados a ele, como o “vale-fome”, que é dado dia 20 e, no final do mês, é retirado parcialmente, e o difícil-acesso, ajuda de custo para deslocamento do professor até suas escolas (o que, aliás, ocorre em qualquer emprego, com uma única diferença: o valor miserável que é dado a nossa categoria).

O governo estadual discorda do indexador usado para calcular o reajuste anual do piso, que é baseado no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), considerado instável. O Estado defende o uso do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) como referência. Então, enquanto se discute qual índice usar, o pagamento do piso fica a “Deus dará”. O que nos frustra é que Tarso Genro, quando ministro, criou o piso dos professores. Agora, como governador de seu estado, não quer pagá-lo. Ou seja, nesse Brasil de facilidades, é extremamente útil criar uma lei e não cumpri-la depois.

Desta forma, sociedade, não critique os docentes antes de conhecer suas razões. Talvez, essa paralisação não dê em nada, como muitas outras da classe. Mas devemos ficar de braços cruzados por conta disso? Por que outras classes recebem reajustes? Por que os professores estão sucateados assim como as escolas? São por causa de perguntas assim que a paralisação se faz válida.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

ENSINO | Brincando com algo sério

Esta semana, de terça a quinta-feira, temos paralisação nacional da educação, a fim de pedirmos as mesmas coisas: cumprimento da lei do piso salarial, melhor infraestrutura, mais docentes, mais recursos pedagógicos, etc. As imagens abaixo - feitas por mim -  abordam a questão de forma engraçada, mas, como dizem que toda brincadeira tem um tom de verdade, aí estão elas. Espero que a classe docente se una de fato. Basta de ser chicoteada e ser chacota em toda a sociedade. Espero, também, que os "cagões" percam o medo e façam parte da manifestação.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

ENSINO | Professor, toma que o filho é teu!


Vamos analisar um pouco a “inducaçã” (de novo).

Com nova legislação, as crianças terão de entrar na escola aos 4 anos de idade. Então, a mãe deu à luz e, depois de um ano (no máximo), o filho já está na creche. Beleza.

Ao sair da educação infantil, ingressa no ensino fundamental que, atualmente, é integral no estado, ou seja, quem estuda de manhã fica para almoçar na escola e, à tarde, tem atividades paralelas e vice-versa. É o mesmo esquema da creche: os pais largam os filhos na escola de manhã e só os pegam à tardinha.

Saindo do fundamental, vão para o ensino médio que, atualmente, é politécnico, isto é, além das aulas de manhã, é prevista uma tarde a mais de estudos. Quiçá, com o tempo, isso se torne integral de segunda a sexta.

No fim das contas, a única que falta, agora, é uma maternidade dentro da escola. Assim, mães já podem parir diretamente lá, onde deixarão os filhos dos 4 aos 17 anos. Coisa boa, não?

“Professor, toma que o filho é teu!”

sexta-feira, 5 de abril de 2013

ENSINO | Texto de aluna na Folha Patrulhense

A aluna Luana Rodrigues Coitinho, do 2º ano do Ensino Médio da Escola Gregória de Mendonça, durante uma das tarefas do Seminário Integrador, escreveu umas verdades sobre do Ensino Médio Politécnico do Rio Grande do Sul. Enviei para publicação na Folha Patrulhense. Vale a pena ler.

quinta-feira, 21 de março de 2013

ENSINO | Receitas culinárias são bem-vindas na redação

Duas professoras que participaram da correção das provas do Enem resolveram abrir a boca e contar como realmente acontece o processo. É de rir (para não chorar).

As professoras disseram ao jornal Zero Hora que teriam recebido orientações para fazer “vista grossa” aos erros encontrados. Depois, a ordem foi aprovar o maior número de pessoas.

“Recebemos uma formação, fizemos exercícios pelos quais fomos avaliadas, tudo online. Isso partiu da Universidade de Brasília. Foram seis, sete semanas de atividades, para os 8 mil avaliadores. No dia 14 de novembro, tivemos uma reunião em que foram repassadas as verdadeiras orientações. Fomos orientados a esquecer tudo o que se sabe, tudo o que se aprendeu, tudo o que se fez na formação. Deveríamos considerar a ideia de que é para aprovar o maior número de pessoas. Eu e a outra colega tentamos desistir, mas nosso grupo já estava um pouco defasado. Como já tínhamos nos comprometido, ficamos”.

Tem cabimento isso? Para que ensinar os alunos a escrever bons textos na escola então? Vou pegar o caderno de receitas de minha mãe e levar às aulas de Português. É o jeito.

sexta-feira, 15 de março de 2013

ENSINO | A nova propaganda do governo estadual sobre educação


A nova propaganda do Governo do RS sobre a educação é de rir alto. Mas o pior é que o povo assiste a ela e acredita nas barbaridades ditas.

Uma professora de Sapucaia do Sul – feliz até não poder mais – é a protagonista. Ela diz que nenhum docente no estado recebe menos do que o piso nacional. Mentira! O senhor governador negou-se a pagar o piso aos professores. O que ocorre é que, com os penduricalhos (difícil acesso, “vale-fome”, adicional noturno), chega-se ao mínimo nacional.

Ela fala, também, que recebe para planejar aulas não estando em sala. Onde está o ganho aqui? Por acaso, um professor não necessita de tempo de planejamento? Cadê a grande vantagem nisso? É uma obrigação!

Ademais, aparece um número (quase 10 mil) indicando as novas nomeações de professores. Mentira! O último concurso foi feito para reprovação em massa (ou uma prova com 27 páginas, para um cargo que não paga mil reais por mês, é feita para aprovação?); não foram feitas tantas contratações assim. Talvez, metade tenha sido conseguida. Agora, há outro concurso com os mesmos moldes, com a mesma mixaria salarial e, quiçá, com a mesma dificuldade, para que a sociedade chame os docentes de burros depois, incentivada pelo próprio governo, claro.

Então, Zé Povinho, por favor, não acredite em qualquer campanha publicitária! Falar sobre educação é fácil, difícil é vivê-la diariamente.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

ENSINO | Plano Estratégico para "Empurrar Alunos Reprovados"



Em nossa formação pedagógica antes do início das aulas efetivamente em 2013, uma bomba foi dada aos professores do Ensino Médio: elaborar um Plano Estratégico de Transformação da Avaliação Excludente. Mas que raio é isso?

Segundo o governo estadual, é uma forma de recuperar – por meio de vários instrumentos – os alunos do 1º ano do Ensino Médio Politécnico (é esse o nome agora) que foram reprovados em 2012. Conforme dados, o índice foi altíssimo em todo o Rio Grande do Sul.

A meu ver, isso mostra que os professores gaúchos são rígidos nas avaliações, o que deveria ser louvável. Mas não é. De novo sobre meu ponto de vista (e sobre o ponto de vista de muitos demais), isso é uma forma de empurrar os reprovados para o 2º ano.

Aliás, quando um aluno tem desempenho insatisfatório em qualquer trimestre, o professor precisa dar um jeito de recuperar isso no trimestre seguinte, sendo que o conceito (agora, são conceitos, não mais notas) pode ser alterado o ano todo no sistema informatizado.

Barbada ou querem mais?

“Inducaçã” indo ao brejo a cada dia que passa. Vergonha estadual. Cadê a autonomia dos docentes e do conselho de classe? Sumiu. Frustrante...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

ENSINO | Sobre o concurso do Magistério no RS


Normalmente, não gosto de pessoas que não atuam na educação, mas que se metem nela, dando pitacos. Em geral, tais pessoas só falam mer... Porém não o caso de um técnico industrial de Viamão, cuja opinião foi expressa na Zero Hora de hoje (19). Vejamos:

“O concurso do Magistério no estado é para profissionais altamente qualificados que deveriam ganhar salários de acordo com suas qualificações e atribuições. Nada disso. Os salários são miseráveis. As atribuições são de profissionais de uma universidade. Que educação queremos para nossos filhos? A mídia que faça essa pergunta para nosso digníssimo governador.” (José Miguel Bittencourt)

Parabéns, José Miguel! Você está certíssimo!

domingo, 14 de outubro de 2012

ENSINO | O que comemorar no Dia do Professor?


O fato de que ninguém mais quer ser professor? Os motivos são óbvios, claro. Abaixo, texto de Roseane de Oliveira (publicado na ZH de hoje) e uma montagem de cunho indignado minha.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

ENSINO | Apenas 2%


O Grupo RBS está com uma nova campanha sobre educação intitulada “A educação precisa de respostas”. Arrisco a dizer que a necessidade não é de respostas, mas sim de dinheiro. Pronto, só isso. Não adianta ficar discutindo problemas sem haver investimentos. Enquanto isso não acontecer, qualquer coisa dita será ao vento.

Na ZH de hoje (28/8/12), publicaram que somente 2% dos alunos querem ser professores no futuro. Por que será? Até acho bom esse percentual. Talvez, quando chegar a 0%, haja mais valorização, sob pena de extinção da classe.

Reafirmo o que já disse em outro texto: detesto gente que está fora da sala de aula falando sobre educação.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

ENSINO | Mais professor do que escritor talvez...


Se o escritor aqui pudesse, dedicar-se-ia inteiramente ao ato de escrever. Mas o pobre professor aqui precisa trabalhar três turnos. Neste sentido, já elaborou os trabalhos de Inglês e Literatura a serem pedidos aos alunos no último trimestre deste ano. Confiram!